Diagnóstico e inventário
Mapeamos fontes, donos e usos reais dos números. No fim das três semanas, a liderança recebe um inventário comentado e uma lista priorizada das decisões que estão emperradas por falta de evidência.
Hoje, áreas de inteligência convivem com dois extremos: o painel bonito que ninguém usa e a planilha pessoal de quem sabe onde fica o número. Trabalhamos no meio disso, devolvendo à liderança um caminho curto entre pergunta e resposta, com a engenharia que sustenta a rotina depois que entregamos o trabalho.
Cada engajamento começa pelo Diagnóstico e pode seguir para Modelagem e Operação conforme a maturidade do time. As três camadas são contratadas em separado ou em conjunto.
Cada ciclo é desenhado para o contexto do cliente, mas mantém quatro marcos previsíveis. As entregas são contínuas: nenhuma decisão fica represada até a semana final.
Mapeamos fontes, donos e usos reais dos números. No fim das três semanas, a liderança recebe um inventário comentado e uma lista priorizada das decisões que estão emperradas por falta de evidência.
Construímos o modelo dimensional que sustenta as três a cinco perguntas mais caras do negócio. Documentação, testes e linhagem entram desde o primeiro commit, não como anexo posterior.
Os painéis nascem junto com o rito que vai consumi-los: reunião semanal de produto, comitê financeiro, sala de operações. Sem dono e sem agenda, dashboard vira biblioteca de gráficos.
Treinamos quem fica e definimos o calendário de manutenção. Você sai do ciclo com um caderno operacional, alarmes ligados e o número de telefone do plantão por sessenta dias depois do encerramento.
Ao lado do ciclo principal, alguém da AltaCamada acompanha a rotina do seu time. Não é supervisão; é parceria de trabalho, dentro do canal que vocês já usam.
Cada cliente é acompanhado por um par fixo — um líder de análise e uma pessoa de engenharia — que entra nas cerimônias da equipe e atende a perguntas do dia a dia em Slack ou Teams.
A combinação evita o vai-e-vem clássico entre "área de negócio pede" e "área de dados entrega". Discussões sobre fórmula, fonte e granularidade acontecem em segundos, não em sprints.
Encerrado o ciclo, a estrutura fica documentada de forma que outro time possa assumir sem dependência de quem construiu. Esse é o critério de saída.
Um líder de análise e um engenheiro de dados acompanham o seu ciclo do começo ao fim, com previsibilidade de agenda.
Conversa diária no canal que o seu time já usa. Sem ticket, sem fila, sem repetir contexto.
Encontro fixo de uma hora para revisar decisões, prioridades e leituras dos números da semana.
Documento vivo com fórmulas, fontes, donos e procedimentos. Atualizado em cada entrega.
Dados sem rito viram folclore. Dados com rito viram decisão. A AltaCamada existe para fazer essa segunda coisa acontecer em times que já têm pressa e já têm dados — só não têm a camada que junta os dois.
Reunimos as dúvidas que aparecem com frequência nas primeiras conversas. Se a sua não está aqui, escreva para o nosso e-mail e respondemos em até um dia útil.
Não. Trabalhamos junto com quem já está dentro. Quando não existe time interno ainda, o ciclo deixa a base montada para a primeira contratação chegar produtiva, sem precisar redesenhar tudo.
Trabalhamos com a stack que já está em casa sempre que ela é viável. Quando precisamos sugerir mudança, justificamos por escrito antes de qualquer movimento. Convivemos bem com BigQuery, Snowflake, Redshift, dbt, Looker, Metabase e Power BI.
Cobramos por ciclo, com escopo fechado em proposta assinada. O valor depende da complexidade do diagnóstico inicial. Não trabalhamos com hora avulsa nem com sucesso atrelado a métrica de negócio.
Sim. Mantemos sede em Pinheiros e operamos remotamente para clientes em qualquer estado. Para engajamentos com presença em campo, viajamos uma a duas semanas por ciclo, dependendo do escopo.
Toda relação começa com termo de confidencialidade e mapeamento das bases que serão acessadas. Operamos dentro da Lei 13.709/2018, com registro de operações e papéis de controlador e operador definidos em contrato.
Quando a liderança não consegue mais responder perguntas básicas sem pedir ajuda a alguém específico. Ou quando o painel existente não está sendo aberto com regularidade pelas pessoas para quem foi feito. Esses dois sinais são suficientes.